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Associativismo

ARDFA - Associação Recreativa Desportiva Fazendas da Arriça
Rua do Cerro, Branca, Coruche
Email: fazendasarrica@hotmail.com
Nº Telefone: 919 605 741

Área de intervenção: Recreativa e desportiva
Breve descrição: Torneios de futebol, malha, chinquilho, matraquilhos, snooker, jogos de cartas, passeios pedestres, passeios tt (btt, jipes 4x4, motas, etc.), bailes temáticos, etc.
População alvo: Comunidade em geral

 

Associação de Caça e Pesca da Branca



Associação Ninho de Esperança
Largo da Liberdade, Edifício da Freguesia da Branca, 2100 - 607 Coruche
Email: ninhodeesperança@gmail.com
Nº Telefone: 939 501 247

Área de intervenção: infância e apoio ao domicílio
Breve descrição: A associação tem desenvolvido diversas iniciativas de caráter cultural e desportivo visando a angariação de fundos para a construção. Dispõe de uma loja social (antiga EB1 Pelados), um projeto na área da formação profissional e procedem à recolha de alimentos para distribuir, anualmente, às famílias referenciadas da freguesia.
População alvo: infância e 3ª idade.

 

Centro Social Paroquial da Nossa Senhora da Conceição da Branca
Estrada dos Alemães, n.º 3 - 2100-607 Branca
Nº Contribuínte: 504 435 310
Email: cspnscbranca@gmail.com
Nº Telefone: 243 606 238
Nº Fax: 243 606 238
Contato de responsável: 932 286 456

Enquadramento Histórico do Centro Social Paroquial N. Sr.ª da Conceição da Branca
O Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Conceição da Branca surgiu da iniciativa de se criar uma instituição que apoiasse a população idosa da freguesia.
A iniciativa partiu do Sr. Padre Marcelino, que depois do contacto que teve com a população da freguesia, considerou que se encontrava bastante abandonada e isolada, em virtude da dispersão existente entre as habitações, provocando não só um isolamento físico, como também social.
Neste sentido, foi realizada uma primeira reunião em 26 de Dezembro de 1998, e criou-se uma comissão que se propôs iniciar a constituição de uma instituição, que apoiasse as pessoas idosas e respetivas famílias.

Assim, avançou-se para a elaboração dos estatutos da instituição, tendo sido aprovados em 29 de Janeiro de 1999, coincidindo com o facto de ser reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS).

Entretanto, foram-se criando as condições para a abertura de uma instituição dirigida à população idosa, pelo que se decidiu remodelar a casa paroquial, para que se iniciasse o funcionamento das respostas sociais de Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário, mas o mais breve possível.
Assim sendo, as respostas sociais de Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário entraram em funcionamento a 6 de Maio de 2002.
O Centro Social e Paroquial N. Sr.ª da Conceição da Branca é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, da responsabilidade da Igreja e com fins educacionais e promocionais da pessoa humana. A base da vivência na Instituição é a moral e a religião católica.

Missão
Prestação de um serviço de referência dirigido à população da área geográfica envolvente, promovendo a integridade social, através da prestação de serviços, do desenvolvimento contínuo e melhoria da qualidade de vida dos idosos e famílias em geral.

Visão
A instituição assume como visão ser uma organização de referência, ao nível dos serviços que presta, apostando na satisfação permanente dos utentes, através de respostas adaptadas a novas realidades.

Valores
É promovido e desenvolvido o respeito pela pessoa humana, tendo em conta a natureza unitária da pessoa e o respeito pela sua dignidade.
Os nossos Valores são os princípios condutores da nossa Instituição, os quais estão presentes em todas as atividades:
- Respeito;
- Dignidade;
- Afetividade;
- Solidariedade;
- Dedicação;
- Responsabilidade.

Serviços Prestados
Centro Dia:
- Alimentação (Peq. Almoço, Almoço,
- Lanche, Jantar);
- Higiene Pessoal;
- Tratamento Roupa;
- Transporte;
- Animação/ Socialização;
- Outros serviços.

Serviço de Apoio Domiciliário:
- Alimentação (Almoço, Jantar)/ 5 ou 7 dias;
- Higiene Pessoal/ 5 ou 7 dias;
- Tratamento Roupa;
- Higiene habitacional;
- Animação/ Socialização;
- Outros serviços.

Área Abrangência
- Freguesia da Branca;
- Malhada Alta;
- S. Torcato;
- Salgueirinha.

 

Clube de Ciclismo e BTT Já T´Agarro
Rua da Escola Nova, 2100-607 Branca
Email: joaquim.branca@gmail.com
Nº Telefone: 934 231 401

Área de intervenção: Desportiva
Breve descrição: Ciclismo e BTT, caminhos rurais da freguesia, vias de comunicação do concelho e distrito prevalecendo as que tiverem menor trânsito no cicloturismo.
População alvo: Comunidade em geral

 

Juventude União Figueirense
Rua do Campo de Futebol, Fazendas das Figueiras, 2100-608 Branca
Constituída em 1982-08-04. Alteração de estatutos em 1998-01-20.
Área de intervenção: Desportiva.
Data da constituição da Associação: 4 de agosto de 1982.
Email: juventudeuniaofigueirense1948@gmail.com
https://pt-pt.facebook.com/juventudeuniao.figueirense

Rancho Folclórico Regional e Cultural da Branca
Largo da Liberdade, Branca, Coruche
Email: ranchodabranca@gmail.com
Nº Telefone: 967 159 037

O Rancho Folclórico Regional e Cultural da Branca foi criado em 1986, tendo surgido devido às actividades de dança promovidas pela irmã Cândida, durante as actividades da Igreja, com as crianças desta freguesia.

Deste modo, os pais das crianças que participavam nestas actividades decidiram constituir o Rancho Folclórico, pelo que vieram a contactar um ensaiador para que este viesse ensinar as danças tradicionais a este grupo de crianças.

Após alguns ensaios, o Rancho Folclórico Regional e Cultural da Branca fez a sua primeira actuação na antiga Estalagem do Gado Bravo, tendo vindo aí a actuar durante vários anos, na animação desta estalagem, para inúmeros grupos de turistas portugueses e estrangeiros.
Desde aí, o Rancho Folclórico Regional e Cultural da Branca organiza anualmente o seu Festival de Folclore convidando 4 grupos representativos de diferentes zonas do país, cuja participação é sempre através do regime de intercâmbio.

Em 2009, o Rancho Folclórico Regional e Cultural da Branca aposta numa melhor representação das tradições e trajes da sua freguesia, pelo que faz um forte investimento nos trajes deste grupo.

Para além das danças e cantares, o Rancho dá a conhecer os trajes característicos da freguesia: a mondadeira, a mulher de trabalho, o abegão e a mulher, a governanta, o traje de ir à vila, o traje de gente abastada.

Neste sentido, é nosso objetivo mostrar alguns dos trajes mais representativos da população da freguesia da Branca, remontando sobretudo às décadas de 40 e 50, os quais refletem a influência dos vários movimentos migratórios, provenientes das Beiras, especialmente da zona do Mondego e mais tarde da zona de Montargil, devido à construção da Barragem, que tornaram possível o povoamento dos Foros de Branca, desde o início do séc. XX.

Destacamos assim alguns dos trajes representativos da Freguesia de Branca:

Trajes de Trabalho Femininos: a cavadora e a mondadeira
Estes dois trajes representam a cavadora e a mondadeira que trabalhavam nas Herdades existentes na Freguesia, sobretudo nos campos de arroz.
Estes trajes caracterizam-se sobretudo pela utilização de saia e avental arregaçado, os quais no fim de um dia de trabalho eram soltos. A utilização de chapéu é muito comum, protegendo do sol e do frio, são adornados com fitas com dedicatórias aos namorados e com penas de pavão.

Traje do Abegão e esposa
O abegão trajava normalmente cotim cinzento e a sua função na Herdade onde trabalhava era coordenar os diferentes trabalhos agrícolas, ao longo do ano. A esposa que trabalha em casa ou na casa dos patrões, veste saia comprida, usa lenço e avental.

Traje de Ir à Vila
Os principais motivos que levavam os habitantes da freguesia da Branca a ir à Vila de Coruche eram: procurar trabalho, ir às compras ou ao médico. A mulher usa saia comprida, avental e
lenço na cabeça e leva normalmente a alcofa para trazer as suas compras. O homem traja cotim cinzento, usa barrete e ajusta as suas calças com uma cinta.

Traje de Gente Abastada
Este traje representa as pessoas mais abastadas da freguesia que vestiam roupas de qualidade superior e adornavam-se com ouro. As pessoas mais abastadas eram normalmente os patrões que davam trabalho nas herdades aos camponeses.

Traje de Governanta
A governanta vestia roupa que os patrões exigiam, portanto a qualidade desta era também de melhor qualidade, relativamente aos restantes trabalhadores, era ela que geria os afazeres no monte dos patrões

Traje de Moleira
Na freguesia existiam moinhos para moer os cereais que eram cultivados, pelo que o traje da moleira é bastante relevante nas profissões que o Rancho pretende representar.
As roupas da moleira eram claras, em virtude desta trabalhar com farinha.

Traje das crianças
No Rancho Folclórico da Branca os trajes de infância também estão representados, salientandose que os brinquedos eram feitos pelas próprias crianças ou pelos seus pais, as bonecas de trapo e os carrinhos de cana com rodas em cortiça.

Traje do casamento
O traje da noiva era um vestido comprido em cor verde, sapato preto de prezilha e meia de seda. O traje do noivo era de fazenda preta, camisa branca, sapato de tacão de cor preta e
gravata preta.

Nas suas actuações, o Rancho Folclórico dá a conhecer danças e cantares típicos da freguesia que revelam muitos dos costumes da região. Eis alguns exemplos:

Manjerico
Manjerico repenica a folha
Ó manjerico repenica-a bem
Ó manjerico repenica a folha
Bem repenicada muita graça tem.

Coruche é nosso concelho
Por nós é repenicado
Hoje a Branca está presente
Com o meu ranchinho ao lado.

Rapazes e raparigas
Dancem com muita alegria
Gente nova são capazes
Dançar de noite ou de dia.

O amor é uma loucura
Quem tem amores não cansa
O rancho da Branca
Continua com esperança.

Bailarico do Tio José Branco
Ó meu amor anda cá
Vem dançar o bailarico
Foi um homem
Muito pobre que ficou rico.

Ó meu amor anda cá
Não sejas tão vergonhoso
A dançares o bailarico
Tu és jeitoso.

Ó meu amor anda cá
Não tem nada que saber
E anda com um pé no ar
E outro a bater.

Refrão
Ai anda amor
Vem dançar o bailarico.

Bailarico em Picadinho

Bailarico em Picadinho
E dançando a saltitar
Já parece um corridinho
Com o seu sapatear.

Bailarico em picadinho
Rebatido e bem marcado
Dancem bem o bailarico
Com firmeza e aprumado
Bailarico em picadinho

O Zé Povinho já cá está
Para dançar com alegria
Como a Branca já não há.
Dancem novos

Dancem velhos
Dancem todas as gerações
Bailarico em picadinho
A dança das emoções.

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